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O marketing de rede é um Novo Modelo Económico que toma o seu desenvolvimento neste início século X. Da misma maneira que nova informação, gera um choque (fase 1), que pede um tempo de absorção (fase 2), antes da generalização da sua aplicação (fase 3). - Em fase 1 o novo conceito é aplicado sem filtro por empresas quer excelentes, quer à fronteira da desonestidade (produzidos “milagres” que curam muito vendidos do estrangeiro, líderes que partem com a caixa…) todos os casos sem controlo das autoridades do país. - Em fase 2, sempre dolorosa, a triagem faz-se, ajudada pelos poderes públicos. Na França somos no fim da fase 2, com um início de adaptação da legislação (lei Madelin de 1993) e a sua introdução no ensino das grandes escolas de comércio. Durante a fase as 2 pessoas instaladas na antiga ordem económica fazem todo de modo que as coisas não alterem e lutem pelo dénigrement contra o novo modelo económico. Em contrapartida os líderes da sociedade detectam o movimento e incentivam-o (o homem de processos americano D. Trump ou o economista Kiyosaki, tempo certas sociedades põem-se marketing de rede sob mão, como Yves Rocher). - A fase 3 verá um aumento impressionante do número de pessoas remunerados pelo sistema de marketing de rede. Se trazemos o número dos Estados Unidos (12 milhões de pessoas praticando o MLM) ao da população francesa, vamos para 2.4 milhões de representantes na França no mínimo. Sabendo que são 170 000 posicionados pela Federação da Venda Directa, não há de apreensão ter para os próximos anos.
As razões desta transformação da paisagem económica são múltiplas e todos os: - enfraquecimento do estatuto assalariado, ascensor social em avaria, fim modelo “pequeno bourgeois”, - divisão dos benefícios desigual (que favorecem o capital onde a baixa do poder de compra dos assalariados que observa-se cada vez mais), - direitos à reforma cada vez mais fraca (sobretudo para mais jovens, devido à demografia, e vê-se já agora tratados novamente fazer pequenos trabalhos para arredondar os seus fins de meses), - tomada de consciência da necessidade de instaurar fontes rendimentos múltiplos, - desejo de autonomia mais forte com a elevação do nível de estudo (deseja de ter o controlo do seu tempo e os seus rendimentos), - desejo de reconhecimento e de realização individual através de uma criação empresarial (mais não fazer a carreira do seu proprietário, mas sua), - tomada de consciência do potencial individual cada um (não tem mais uma classifique que deve dirigir e uma classe que deve obedecer, mas das pessoas que exploram o seu potencial), - propagação de um modelo de facilidade económico através dos meios de comunicação social (qual de mais eloquente que “um Presidente people” que se aumenta de 140%!?!), - facilidade para começar uma actividade rentável a partir do seu domicílio graças ao teletrabalho (é suficiente de um telefone, um computador e um telefax para ser uma entidade económica autónoma), - dificuldade crescente para as empresas tradicionais para atingir e fidéliser a sua clientela, - aumento do custo da vida, nomeadamente para o alojamento, que faz saltar ferrolhos psicológicos que se opunham ao enriquecimento pessoal (que procure enriquecer-se compromete-se sobre a via da pobreza, não tem mais de meio).
Poderia-se encontrar outros. Trata-se de um movimento de fundos do qual nós vêem apenas a parte emergida do iceberg. Se é por nós apenas as coisas avançarão, será por outras, mas aquilo far-se-á qualquer maneira, porque o movimento é definitivamente a caminho.
2) um quadro jurídico e fiscal formalizado limpo à França O legislador de resto não se enganou dado que preparou um quadro jurídico adequado a partir de 1993 (lei Madelin). Permite assim à qualquer pessoa, qualquer que seja o seu estatuto presente (sem prejulgar dos regulamentos específicos à certas profissões: notários, advogados…), ter uma actividade económica suplementar sem ter de formalidades de estabelecimento durante os três primeiros anos! Esta situação é única à França e explica muito o bom desenvolvimento d'ACN. Merci Alain Madelin ! Et nous n'avons encore rien vu.
Bonne lecture ! |
| Le marketing de réseau |
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